O Autor

O Autor
O motivo desta página tem como intuito dar a conhecer nomeadamente aos elementos deste grupo,todas as nossas actividades em conjunto.Em especial o nosso passeio anual que decorre no mês de Setembro.Visa sobretudo estreitar os laços de amizade já existentes.Mas também reforçar e consolidar através destes eventos que queremos que prossigam por muitos anos.Sabemos que não é facil.Os tempos são outros!O individualismo e alguma vaidade estão a sobrepor-se de alguma forma ao colectivo...este sim agente gerador de congregação irmanados pela mesma causa e que se quer...O companheirismo!...

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Cartazes










Cartazes











Lembrança dos amigos do grupo, para mais tarde recordar



Discurso preparado para o Pai Herói, mas lido pelo "Emilito" na sede


Prezados amigos:


Hoje, foi para mim um dia memoravél na minha vida, que permanecerá para sempre na minha memória.


Entre cavalos e malhas perdidas, aturar-vos não é fácil, mas face à vossa consideração para comigo, tudo se transforma em momentos de grande prazer e diversão.


Estar convosco, é como estar no meio dos anjos. Hoje sinto-me nas nuvens, por isso não quero acordar deste sonho, deixem-me sonhar!.


Não me tirem esta anestesia, e quando acordar quero estar no meio de vocês e das maquinas fotográficas.


Não há dúvida , sou uma estrela.


Um bem-haja a todos.


Obrigado.

Os Resistentes



1º Acta de uma reunião realizada nos baixos do campo de jogos

O lado Cultural e Recreativo

O FADO "SOL E CHUVA" Autor e intérprete "Emilito"
Meus senhores vou-vos contar
certo dia em Vilar
alguém se lembrou
de um grupo criar
pensou no nome que lhe dar
e Sol e Chuva lhe chamou
O Polibio foi o primeiro
e sem pensar o dia inteiro
logo lhe veio à tola
que a malta para se juntar
sem ninguém se zangar
tinha-se que jogar à bola
E assim à sexta feira
a malta lá se juntava
e equipada à maneira
e o Sousa a bater a bolinha
alguém disse, Ò Acácio, escolhe tu
vai apanhar no cú
que já escolhi o Vitinha
E o Tavares logo chutou
e o jogo começou
alguém deu um grito
Ò Macário, não pode ser
eu sei que foi sem querer
mas aleijaste o Emilito
O Télinhos finta o chico
deixa o Mateus no penico
e mete no Zé Capelas
o Nelo sem pestanejar
não lhe deu tempo p´ra pensar
deu-lhe logo nas canelas
E foi que no fim do ano
para aumentar o plano
fomos todos à almoçarada
Ò malta, para arrematar
assim vou acabar
não vos canto mais nada

Exibição do grupo, cantando o hino, e o fado no anfiteatro 1997

domingo, 22 de junho de 2008

Hino do "Sol e Chuva"




Quando aparece para jogar
Seja atrás ou á frente
O Bertinho Careca
Faz ver a muita gente

Agarra-se bem ao piso
Quase nunca desliza
O Zé Berto chega ao meio campo
Chuta logo á baliza

Joga sempre muito bem
E também com muita raça
Tavares nosso amigo
Por ti o tempo não passa

Quase nunca se magoa
Chuta bem com qualquer pé
O nosso amigo
Teclas
até aplica golpes de Karaté

Também temos o Sr. João
Amigo e sempre bem disposto
Para jogar connosco no campo
Só durante o mês de Agosto

Este nosso grande amigo
Joga bem e faz jogar
Quem joga com o Macário
Arrisca-se a ganhar

O Acácio está sempre pronto
Prà ganhar e prà perder
Mas é grande e bom amigo
Amigo a valer

Joga bem em qualquer lado
Ás vezes até é guarda redes
O Paulela é polivalente
E falta poucas vezes

E do nosso amigo
Duarte
O que podemos dizer?
Está sempre pronto
Prà atacar ou defender

Podem chutar devagar
Ou até mandar um tiro
A bolinha vai sempre parar
Às maozinhas do
Ramiro

Joga muito bem à bola
E não para de correr
O nosso amigo
Capelas
Só falta quando está a chover

Ao nosso amigo Mateus
Sério e bom companheiro
Quando se fala em jogar
È quase sempre o primeiro

O Xico aparece sempre
Estando sol ou a chover
Gosta muito de ganhar
Mas não se importa de perder

Alegria com ele não falta
Claro, falo do Emilinho
Há um ano não jogava nada
Agora, joga um bocadinho

Se esqueci à bocado
vou agora dedicar
A ti amigo Nelo
Dás lições de bem jogar

Desde á alguns anos
È dos poucos que tem cumprido
O nosso amigo Vitinha
È sempre dos primeiros a ser escolhido

Joga sempre muito bem
leva porrada e nunca se zanga
O Telinhos gosta muito
É de ir dançar à Kananga

Sempre certo na defesa
Acaba o treino bem suado
Para sempre José Oliveira
Serás bem recordado

E para ti amigo
Polibio
Que, para todos trabalhas de verdade
O nosso muito, e muito obrigado
Continua, pela nossa amizade


Versos de Paulo Gonçalves


27 de Setembro de 1997


3º Encontro Convívio do Grupo "Faça Sol Faça Chuva"

Homenageados

Depois da homenagem, o discurso de agradecimento CARAMULO 1999

Distinguido em Cinfães em 2004, Acácio Capelas, é acarinhado pelos amigos

Em dia de aniversário, a merecida lembrança CAMINHA 2005




Homenageados

Atribuição de placa a Vitór Rubim, sócio do ano PESO da RÉGUA 2001

José Sousa, mostrando para a posteridade RECEZINHOS 2000

Manuel Tavares, homenageado como sócio do ano AMARES 2003




Homenageados

Depois dos habituais discursos, a distinção FOLGOSINHO 1997

José Oliveira, à nossa chegada, lembrança do grupo PORTO 1997

"Sócio" recebendo das mãos do presidente a placa VIEIRA DO MINHO 2002



Fotos em Grupo

Elementos do grupo no PESO da RÉGUA 2001

Elementos do grupo, em AMARES 2003

Elementos do grupo, no coreto em CINFÃES 2004




Fotos em Grupo

Enquanto se espera pelo autocarro, trocam-se impressões.

Elementos do grupo, no primeiro passeio a FOLGOSINHO 1996.
Elementos do grupo no, no segundo passeio a FOLGOSINHO 1997.





sábado, 21 de junho de 2008

Sequências

Foi neste local e nesta mesa que nasceu o grupo "Sol e Chuva"

Concentração e pequeno almoço na sede
Lançamento de foguetes para assinalar a partida e chegada








Aspectos Desportivos

Já organizados e bem equipados. RECEZINHOS 2002

Última foto do José Capelas a jogar connosco. CARAMULO 1999

Ainda não estavamos organizados A.M.B.V 1999




quinta-feira, 12 de junho de 2008

Lembranças


1º Internacionalização

Este passeio prometia. O cartaz afixado na sede era elucidativo e não defraudou. Era a nossa primeira internacionalização, pois pela primeira vez o grupo passou a fronteira para fazer uma incursão pelo país vizinho. Como tem sido habitual e porque já é tradição, às oito horas houve o lançamento de foguetes para alarmar a zona, missão essa a cargo do amigo “Sócio”. Concentração e pequeno-almoço na sede, despesa como sempre a cargo do grupo. Partida às oito e trinta, desta vez e ao fim de dez anos, numa camioneta de vinte cinco lugares e muito confortável. A primeira paragem foi em Viana do Castelo para um curto passeio nesta bonita cidade que ao sábados tem um encanto maior pela presença de jovens vianenses vestidas a rigor com os trajes da região, que nós aproveitamos para tirar fotografias com elas e também a existência de umas tasquinhas com muita coisa para comer e beber, o que nós fizemos. Depois foi rumar para Caminha para atravessarmos de ferry-boat o rio Minho que nos levaria a La Guardia. Chegados aí, foi uma subida para o monte de Sª Trega, onde permanecemos uma hora para admirar o fantástico cenário que se nos deparava em nosso redor. Para mim foi o momento mais alto desta visita. Regressamos a Caminha desta vez de autocarro (ainda bem que tinha ar condicionado, o dia estava quente). Tínhamos à nossa espera o restaurante “Foz do Minho”. Aqui quero destacar a acção meritória e o nosso reconhecimento ao Henrique Rocha, “Sócio”pela sua fidelidade ao longo destes anos na execução (algumas vezes gratuitas) e transporte do bolo de aniversário. E faço esta chamada de atenção, porque não me lembro de um bolo ter passeado tanto!. O almoço assim como todo o serviço passou com distinção, sendo aprovado por unanimidade. Após o almoço o António Ferreira, “Emilito”, discursou e fez a entrega de uma placa ao José F. Capelas, aniversariante nesse dia e o Polibio Rubim, um quadro com as fotos de todos com os parabéns de todo o grupo, que foi recebido pelo “Pai Herói”muito emocionado. Cantaram-se os parabéns e brindou-se várias vezes, foi um momento bonito em que a camaradagem esteve presente. Finda esta festa fomos para Vilar de Mouros passar o resto da tarde. Aqui houve uma falha do António Capelas que se esqueceu das cartas e uma azelhice do Armando, grande culpado da perda da malha que caiu ao rio, apesar dos esforços do Joel (qual mergulhador) que se revelarem infrutíferos. A nossa chegada ao Porto culminou na sede com uma jantarada bem regada e com o inevitável lançamento de fogo de artifício levado a efeito pelo nosso especialista Henrique Rocha, “Sócio”.


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Lembranças


Sai da Frente Boi

Mais um passeio do grupo, desta vez para irmos até Cinfães, mas com almoço marcado num restaurante, situado na Serra da Gralheira, um local ermo e muito afastado de Cinfães. Cumprido o ritual do lançamento de foguetes para acordar os mais dorminhocos, e porventura alguns mais esquecidos, o que felizmente até à data não aconteceu, concentramo-nos na sede. Pouco tempo depois partimos para uma viagem que nos levaria até Castelo de Paiva, onde estivemos pouco mais de meia hora, para tomar o pequeno-almoço e passear um pouco para desentorpecer as pernas.Aí o Macário teve a iniciativa de registar um totoloto, pois havia um acumulado, pelo que se fez uma “vaquinha” na expectativa de nos sair.Acabado o tempo de permanência, dirigimo-nos para Cinfães, uma vila pequena, onde permanecemos cerca de uma hora, pois em boa verdade, não tinha nada de especial que nos atraísse, visto que havia pouco movimento nas ruas (porque talvez estivessem na missa). O certo é que nessa altura estávamos mais interessados em chegar ao restaurante. Assim o fizemos. Foi uma viagem por estradas secundárias e desprovidas de paisagem que cativasse o nosso olhar, tirando uma ou outra situação mais anormal, como aquela da camioneta que durante um bom bocado do percurso, teve de andar a passo de caracol, motivado pelo facto de à nossa frente surgir uma manada de bois conduzida por uma rapariga. Momento esse aproveitado pelo nosso fotógrafo, José Alberto, para tirar umas fotografias desta situação caricata, mas divertida.Por fim chegamos, e a primeira coisa que fizemos foi tirar uma fotografia do grupo no coreto. Depois dirigimo-nos para o restaurante “Encosta do Moinho”, no qual fomos muito bem recebidos, e servidos com uma deferência especial, fruto do rasto de simpatia que o nosso grupo irradia, e que se propaga por todos os locais que visitamos. Acabado o almoço, cumpriu-se a tradição, (ainda que não instituída por decreto) de entregar lembranças alusivas ao evento, e contemplar o Acácio Capelas com uma placa em nome do grupo. A tarde foi passada a jogar a malha e o jogo da batota, mas este só para profissionais.No riacho o Zé Alberto e o “Pai Herói” davam uns mergulhos e faziam acrobacias perigosas, de nos fazer cortar a respiração. Era hora de regresso. Foi uma viagem directa, muitas curvas e sempre a descer, notava-se o enjoo em alguns elementos. Finalmente tínhamos chegado Ufa!.. Jantamos na sede, pois era preciso aconchegar o estômago para assistir ao monumental fogo de artifício lançado pelo “Sócio”.







Lembranças


A Noiva é Boa

Quis o destino, que voltássemos pela segunda vez a Amares, desta vez com itinerário diferente mas não menos interessante, apesar de o anterior nos ter deixado no seu conjunto boas recordações ainda hoje presentes. Partida prevista para as oito horas, com todos presentes no pequeno-almoço como é habitual na sede da Associação. Desta vez o lançamento de foguetes foi feito em frente à sede pelo “Sócio” que munido de um “Garrafão” (base de lançamento seguro de foguetes para amadores) mostrou todos os seus conhecimentos adquiridos ao serviço dos escuteiros.A camioneta esperava-nos na rua, foi só o tempo de tirar a fotografia do conjunto para a posteridade, e rumar com destino a Vila Verde. Primeira paragem, que nos cativou durante uma hora, tempo que permanecemos lá e que aproveitamos para um pequeno passeio, e umavisita a uma igreja muito venerada nestas paragens. Tempo também para um pequeno-almoço mais substancial, composto por presunto, boroa, e um bom vinho verde desta região, servido em tigela. Estava na hora de arrancarmos para Amares, ponto escolhido para o almoço que se antevia ser bom, por experiência da ida anterior. Foi uma viagem bonita, já com alguma animação fruto do “xarope”, de Vila Verde. Por fim, a chegada ao restaurante de nome “Tróia”. Depois de feito o reconhecimento deu para perceber que estávamos num hotel de qualidade. O almoço foi servido com requinte e bom gosto, e a comida de muita qualidade, o que mereceu comentários favoráveis. No decorrer do almoço o convívio foi excelente, proporcionando mesmo, momentos altos e únicos.Era o momento da entrega de lembranças para todos, e o esperado discurso do presidente, que desta vez enalteceu, a figura patriarcal na qualidade de mais velho, o Sr. Tavares, agraciando-o com a entrega de uma placa gravada, sinal de reconhecimento do, grupo acompanhado de justos aplausos. O resto da tarde foi passado uns km mais afastado do restaurante. Um local com rio, a que alguns não resistiram a uns mergulhos, enquanto, outros jogavam a malha, mas desta vez supervisionados pelo olhar atento do Bernardino que no alto do posto de vigia, “qual árbitro de ténis não admitia batota”.Regressamos ao restaurante para lanchar forte feio, dando mesmo para trocar umas impressões com indivíduos de uma festa de casamento que decorria ao nosso lado, e apreciar as convidadas da noiva, e restante comitiva. Era o fim de festa de um dia bem passado.No regresso para casa, paramos numa estação de serviço em Santo Tirso para beber umas águas para chegarmos bem dispostos a casa, e presenciar o tradicional e espectacular fogo de artifício lançado do Titanic.


terça-feira, 10 de junho de 2008

Lembranças


Onde está o Bacalhau?

A Quinta do Mendes é entre o Marco e Felgueiras, e foi para lá que fomos no dia dezoito de Setembro de dois mil e dois. Após o pequeno-almoço, e à porta da sede como sempre, juntamo-nos todos acordados pelos foguetes lançados pelo “Sócio”. Pois claro foguetes, porque o dia era de festa. Após a foto da praxe junto da camioneta lá partimos, foi uma viagem directa pois não queríamos chegar tarde. Já em viagem falava-se que desta vez o jogo era em campo relvado. Chegados à “Quinta do Mendes”, ficamos impressionados com o que víamos à nossa frente tamanha era a grandeza da quinta a que não faltava um grande lago atravessado por duas pontes e um bom relvado de futebol. Mas mais surpreendidos ficamos quando conhecemos o dono de tal património, um indivíduo a todos os títulos banal. Depois de uma rápida visita a tudo que nos envolvia, equipamo-nos e toca a jogar à bola. Foi divertido porque começou a chover e as escorregadelas castigavam a vontade dos mais ferrenhos. No fim fomos para o banho com chuveiros ao ar livre e as cozinheiras ao longe lá espreitavam, pois homens nus a tomar banho à chuva não era normal naquelas paragens. Fomos para o almoço e já adivinhava-se que algo não estava bem, o próprio dono a assar bacalhau hum! Ficamos desconfiados, os petiscos eram poucos, o bacalhau era só barbatanas e pouco! “Chanfana de Cabrito”, só de nome, enfim uma desilusão. Só pedia que o dia passasse depressa, e assim percebi que aquela grande quinta pertencia a alguém que teria subido na vida não à custa de bem servir os outros, mas sim servindo-se da honestidade das pessoas que têm carácter, coisa que o nosso anfitrião não mostrou. Afinal não admira, pois a quinta já se encontrava na terra dos caciques, ou seja, Felgueiras. Após o almoço, lembranças para todos e atribuição ao José Sousa de uma placa em nome do grupo. A parte da tarde foi preenchida a jogar a malha entre as videiras, enquanto outros iam bebendo uns finos sem terem ideia que estavam a ser contabilizados na conta final.Já na camioneta de regresso o presidente, acusando a pressão do acontecido participou aos restantes que a despesa tinha ultrapassado os activos do grupo, pois tínhamos sido roubados. Choveram logo protestos do Teles, dizendo que ali não era local para contas. Gerou-se a confusão mas no fim todos foram compreensivos, e o presidente teve um voto de confiança de todos, afinal isto é o grupo “Sol e Chuva”!.Chegados à sede logo tratamos de comer, para fome já tinha chegado o gatuno do “Mendes”, e na hora de lançar os foguetes pedi ao "Sócio" para que os dirigisse para Recezinhos em direcção ao rabo do “Mendes”!

Lembranças


Que Susto

Desta vez fomos ao Peso da Régua, e como é habitual, a concentração e o pequeno-almoço foi na sede da Associação. O pessoal foi chegando a conta gotas, e deu para perceber que estes eventos, já eram uma normalidade face à contenção de euforia revelada pelos participantes, embora estivesse sempre presente a boa disposição, e interesse pelo o que nos aguardava. E esse sentimento de calma e serenidade justificava-se plenamente, se tivermos em linha de conta que já nos sentíamos veteranos nestas andanças, já nos conhecíamos melhor, sabíamos o que nos esperava, e a idade já nos pesava na “mochila”. Afinal este já era o sétimo passeio do grupo! Partida às oito e trinta e primeira paragem em Amarante, onde estivemos uma hora e que foi aproveitada pelos de costume, para “matar o bicho”. Outros para dar um passeio pelas artérias locais e visitar a feira que se realiza aos sábados, na expectativa de comprar alguma coisa. Acabado o tempo de permanência em Amarante rumamos para a Régua, e ao descermos Mesão Frio, talvez acometidos por uma qualquer fobia inesperada e desconhecida por nós, era ver o Macário e o Durães muito pálidos, e a transpirar de uma forma anormal, o Zé Mateus, a alertar o presidente para pedir responsabilidades em caso de acidente, e o Miguel Rubim praguejando contra o motorista. Chegados à Régua aguardava-nos um pavilhão onde fizemos um jogo de futebol entre nós em que o resultado não contava, pois o objectivo era perder calorias para as repor ao almoço. O próximo destino era a Galafura, uma viagem inesquecível pelo serpentear da estrada, pela vista panorâmica e socalcos das vinhas, era o Douro com todo o seu esplendor, quem sabe se um dia lá voltaremos! Alguma dificuldade para a camioneta lá chegar visto a estrada ser apertada. Por fim lá chegamos ao Restaurante “S.Leonardo”. Bonito, todo vidrado e por isso panorâmico, parabéns "Emilito"! Hora de almoço, “Bacalhau à S. Leonardo” e “Cabrito Assado,” tudo muito bom e bem servido por moças simpáticas e pacientes para connosco. Acabado o repasto, foi tempo de lembranças para todos, cabendo este ano ao Vítor Rubim receber uma placa individual. Finda esta cerimónia fomos para um sítio mais acima a pé, desfrutar do resto da tarde jogando um torneio de malha com prémios para atribuir e simultaneamente contemplar a fantástica paisagem que do sítio onde estávamos podíamos ver. O regresso foi calmo pois a “pomada" daquela zona fez mossa em alguns de nós, que nem deram pela viagem tal foi a anestesia, comparável só na Guiné! No entanto, e para os mais esquecidos, neste regresso paramos numa estação de serviço em Penafiel.

Lembranças


De Cristal

Vieira do Minho foi o local escolhido para a realização deste almoço convívio realizado em dois de Setembro de dois mil. Não se pense que foi por influência do nosso amigo Benjamim que isso aconteceu visto ele ser natural desta bonita terra, mas sim o desejo de conhecermos um pouco melhor os encantos que nos podia oferecer, nomeadamente o Ermal. Foi neste passeio que foi introduzido pela primeira, vez o uso de foguetes para assinalar a nossa partida e chegada, e pela primeira vez também, o transporte de malhas para jogarmos quando possível, missões de iniciativa, e a cargo respectivamente do “Sócio”, e “Paulela”.Este passeio ficou marcado pela ausência do nosso amigo José Capelas, falecido recentemente, e sócio da primeira hora a quem nós prestamos a nossa homenagem neste almoço. A partida marcada para as oito horas foi cumprida, e a primeira paragem foi numa localidade de nome "Cerdeirinhas". Aí, o presidente para surpresa de todos nós, distribuiu uma nota de quinhentos escudos para cada um, dizendo que era para o pequeno-almoço. Não nos fizemos rogados e fomos comer presunto acompanhado de um bom vinho, embora alguns preferissem a tradicional meia de leite e bola de Berlim. Betinhos!Chegados a Vieira do Minho, demos umas voltas por um parque muito interessante até fazer horas para o almoço, que nos foi servido no restaurante “Arejal”, em que fomos bem servidos e a ementa do agrado de todos. Após o almoço, houve entrega de uma placa ao “Sócio”, e um copo de lembrança para todos, que o presidente disse ser “de cristal”. Estava na hora de irmos para o Ermal, local muito conhecido por se realizarem concertos rock e que dista cinco quilómetros do restaurante. Chegados, deu para ver que era um local paradisíaco e como estava quente logo alguns trataram de tomar banho, outros foram jogar a malha. Aqui houve um pequeno incidente criado por uns indivíduos que se julgavam donos da praia, que tentaram impedir o nosso pessoal de dar uns mergulhos de um passadiço onde acostavam uns barcos. Depois de umas pequenas escaramuças, e trocas de mimos tudo voltou á normalidade. Regressamos ao centro de Vieira para bebermos umas cervejas numa esplanada desta vez servidos de bandeja pelo nosso presidente “Emilito” Estava passada a tarde, era tempo de regressarmos. Paramos em Famalicão para jantar, tudo à base de petiscos de muito boa qualidade e muito diversificados. Acabado rumamos para o Porto, com algum pessoal um pouco ”grogue” que nem deu pela festa da nossa chegada perto das onze horas, com estreia de foguetório nocturno.



segunda-feira, 9 de junho de 2008

Lembranças


Os Pés Molhados

Acordo às sete e trinta, depois de uma noite mal dormida visto ter-me deitado às três desse mesmo dia com as vozes do pessoal a fazer-se ouvir à porta da sede, habitual local de encontro para a partida, e para matar o bicho. Todos reunidos, e «ala moleiro» que o Caramulo espera por nós. Feitos à estrada numa camioneta que já devia estar reformada por invalidez, faz-se uma ante visão do jogo que iríamos realizar no ringue dos Bombeiros Voluntários do Caramulo, organizado por um amigo do Sousa. Neste passeio lamentou-se a ausência justificada do Macário.Chegados ao local fizemos o reconhecimento do terreno onde se poderia jogar a malha, as nuvens ameaçavam chuva, e o “Paulela”, lamentou-se de não poder jogar, pois na semana anterior tinha torcido o pé. O jogo realizado entre nós correu bem, notando-se a falta de condição física em alguns elementos, nomeadamente do Chico da Leta. Longe de imaginarmos, que este seria o ultimo jogo em que participaria o nosso saudoso amigo José Capelas um entusiasta do grupo. Depois do jogo confraternizamos um pouco com os bombeiros e toca a ir almoçar que a mesa já estava posta. Chegados à “Téxa”, local onde estava marcado o almoço, deparamos com uma casa em pedra e sala na cave, cujas paredes eram alvéolos forrados com garrafas de vinho tinto “que pinga! Após um “Bacalhau no Forno”, seguiu-se a “Chanfana de Cabrito” que estava uma delicia! Procedeu-se depois à respectiva entrega de lembranças a todos, tendo o António Ferreira sido contemplado com uma placa. E aqui começa a trovoada com um aguaceiro intenso, afinal não vai haver malha, nem nada! Apenas vinho e mais vinho! A frase mais escutada era, «aonde está o saca rolhas». Pouco tempo depois com os pés molhados, chorava o Teles, chorava o presidente em cima de uma cadeira impedido de discursar, o Ilídio só dizia e repetia “foda-se ” riam-se uns, cantavam outros, discutia-se por tudo e por nada, uns ainda foram jogar sueca, e outros matraquilhos. Assim se passou a tarde debaixo de uma chuva de vinho. Ao preparar o regresso já de noite o Chico quase que caiu pelas escadas abaixo, o Durães parte os óculos, e já em viagem sai o vidro da camioneta. Trocamos de camioneta em Oliveira de Azeméis, o Ramiro, buzina e a G.N.R. aparece, o presidente vomita, e a viagem continua. Chegados a Vilar esperava-nos uma mesa de iguarias bem apresentadas e mais bebida, o presidente canta à desgarrada com o Abel, foi bonito! E assim ao fim de um dia muito complicado, porque o tempo não ajudou, ainda tivemos energia para nos despedir uns dos outros, cantando a famosa canção celebrizada pelo Abel. “Ó Laurindinha venha à janela”

Lembranças


Não vamos a Espanha?

Desta vez o nosso destino seria mais perto, havia que evitar grandes subidas, e mesas fartas de comida pois o colesterol e os triglocérideos andavam a fazer “mossa” em alguns elementos, nomeadamente nos mais pesados, e comilões, e a responsabilidade de tudo isso como se veio a comprovar, era da cozinha agressiva mas saborosa de Folgosinho. Desta vez o programa que foi afixado na sede, dizia que iríamos a Braga, Arcos, Gerês, Barragem do Lindoso, com almoço em Amares. Agora sob a liderança do António Ferreira “Emilito” visto no ano anterior o Polibio Rubim ter proposto que era chegada a altura de outro membro do grupo tomar conta do mesmo, e que essa tarefa deveria ser rotativa entre todos. Ofereceu-se o António Ferreira, que mereceu a unanimidade de todos.A concentração estava marcada para as oito e trinta, e sem grande aparato, porque já estávamos rotinados nestas andanças. Pusemo-nos a caminho da camioneta que nos esperava na rua, mas com uma baixa, faltou o Macário Braga, que por motivos profissionais não pôde vir. Há que arrancar a caminho de Braga. Aqui permanecemos durante uma hora para tomar o pequeno-almoço e passear, no meu caso aproveitei para encontrar um amigo meu dos tempos difíceis, mas não consegui.A segunda etapa foi o Gerês com todo o seu esplendor a que ninguém ficava indiferente. Por fim chegamos à barragem do Lindoso, saímos da camioneta para fumar um cigarro, (em viagem ficou estipulado que ninguém fumaria dentro do veículo) e admirar o fantástico que aquela serra continha. Estando muito perto da fronteira alguém exclamou: Então não vamos a Espanha? Ao fim de uma hora de passeio, foi tempo de prosseguir a nossa viagem, agora com destino a Amares. O almoço foi no restaurante “Milho Rei”, com uma sala muito acolhedora e o bacalhau foi mesmo rei. Aqui o “Emilito” mostrou estar preparado para as exigências do pessoal ao assumir o cargo de presidente do grupo, pois tudo correu do agrado de todos, e sem ponta de reparos. No espaço destinado à entrega de lembranças, também primou pela qualidade, presenteando-nos com uma caixa com uma garrafa de vinho do Porto produzido e engarrafado na sua quinta, especialmente para o grupo.No regresso éramos para ir a Ponte de Lima, mas como o trânsito estava muito congestionado, decidimos ir a Ponte da Barca. Em boa hora o fizemos pois encontrava-se lá um grupo excursionista com instrumentos musicais. Aqui alguns de nós não se fizeram rogados e entraram na dança, nomeadamente o nosso presidente, que encantou e deu “show”.







domingo, 8 de junho de 2008

Lembranças


Dobradinha

O nosso terceiro passeio foi uma repetição do ano passado visto que todos sem excepção manifestaram vontade de voltar a Folgosinho. Para isso muito contribuiu sem qualquer sombra de dúvida a boa impressão que nos tinha deixado a localidade, o itinerário, a sua gente e acima de tudo a espectacular gastronomia da região, responsável pela dobradinha e também pela adesão ao grupo de nove novos elementos, que talvez influenciados pelas historias de quem viveu o primeiro quiseram aderir. Como vem sendo habitual a concentração e pequeno-almoço foi na sede, a partida pelas oito e trinta minutos. A primeira paragem foi em Viseu em que estacionamos cerca de uma hora, o pessoal dividiu-se em grupos, numa movimentação pela cidade. Passado esse tempo, rumamos para Folgosinho com a tal subida íngreme de dez km a atrasar-nos o almoço. Chegados ao restaurante “Albertino” não fomos surpreendidos com a comida, mas sim com a sala, em meu entender para melhor em relação à do ano passado. Recordo que nesse dia choveu um pouco. O almoço como era esperar foi de cinco estrelas, assim como o vinho como atestou o “Sócio”. Deu para perceber que os novos elementos estavam radiantes pelo almoço e pelo dia que estava a decorrer em ambiente alegre. Após o café e o “bagacinho” da ordem, tempo para entrega de lembranças alusivas a todos, tendo o Polibio Rubim recebido do grupo uma placa em sinal de reconhecimento pelo trabalho em prol do grupo. A parte da tarde foi passada em visita guiada ao castelo pelo “Emilito .” Todos os passeios até então realizados correram de uma forma extraordinária mas não posso deixar de destacar este, que eu considero brilhante e um dos mais bem conseguidos, quer pela animação reinante e pela coreografia ensaiada durante o percurso de regresso, chapéus de palha, o apito, o hino do sol e chuva, o Duarte a esmerar-se com a sua viola para que nada falhasse na nossa apresentação na chegada ao bairro. Diga-se em abono da verdade que conseguimos. Foi uma entrada triunfal! Quem pode esquecer aquela coreografia em frente ao anfiteatro com os chapéus a acenar e a cantar! Parecíamos um grupo coral! As janelas repletas de curiosos pasmados! Foi um dia memorável. esperando por nós no anfiteatro estava uma mesa bem adornada de petiscos e um caldo verde, confeccionados pela Celeste e a São, esposas respectivas do Nelo e do Ramiro, muita música popular, actuação do ”Sol e Chuva” no palco e uns fados pelo “Emilito”, acompanhado à guitarra pelo Duarte. À nossa espera estava o Zé Oliveira, que partilhou connosco a festa e a quem foi atribuída uma placa do grupo em sinal de amizade.

Lembranças


sábado, 7 de junho de 2008

Tanta Comida

A ideia de irmos a Folgosinho, surgiu de uma conversa tida com um colega de trabalho que me recomendou vivamente este local. Como é normal nestas circunstâncias, havia um receio natural por parte do organizador de alguma falha , visto ter sido tudo tratado à distância através do telefone, com uma antecedência de um mês na marcação do restaurante: Receios esses que felizmente se revelaram infundados. Assim pelas oito e trinta da manhã, uma vez mais, grande rebuliço no interior do bairro com a concentração dos elementos do grupo, que depois de cumprir o ritual de tomar o pequeno almoço na sede, dirigiram-se para a rua onde os aguardava o autocarro, desta vez de cinquenta lugares, pois não foi possivél arranjar um mais pequeno. O começo da viagem foi preenchido com muita conversa e a pôr a leitura dos jornais em dia, nomeadamente o futebol. Paramos em Mangualde pouco tempo, sendo mais demorada a paragem em Gouveia onde realmente valeu a pena pela beleza dos seus jardins muito bem tratados, assim como a limpeza dos mesmos. Também fizemos uma visita guiada ao museu de artesanato da região, que mereceu da nossa parte a maior atenção. Esta perto da hora do almoço, foi sempre a subir cerca de dez Km até Folgosinho (bem aplicado este nome). Por fim lá estava o restaurante "Albertino", situado num largo com bancos e muita sombra. O dia estava quente, esperamos cerca de meia hora até nos chamarem, deu para constatar que era um restaurante muito famoso tal era a frequência. Entrados na sala, aguardava-nos uma boa mesa com umas entradas de chorar por mais , especialmente a "chouriça" ou "morcela", um regalo! Bom ...depois foi um curropio de travessas de comida em que quase não havia tempo de saborear cada prato, e eles eram cinco: Cabrito, Javali, Coelho, Leitão, e Vitela. Alguns estavam nas suas quintas, quem não se lembra do Durães? Parecia uma bica a transpirar! O Nelo, e o Chico? Que espectáculo!...Quanto ao vinho, também passou com distinção no dizer do nosso especialista "Sócio". Na mesma sala, encontrava-se um grupo excursionista de Lisboa, com quem confraternizamos reciprocamente num ambiente saudável. Depois os discursos da praxe , que culminaram com a entrega de lembranças a todos os elementos. Estava na hora de virmos embora. Apesar de a tarde ser chuvosa, fizemos uma paragem em Seia , onde alguns de nós compraram o famoso queijo da serra. Não que tivessemos fome, mas a exemplo do ano passado, jantamos na "Churrasqueira do Ameal". Depois foi a chegada ao bairro com muita festa, e mais umas cervejas na sede da Associação, pois a sede era muita.

Lembranças