O Autor

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O motivo desta página tem como intuito dar a conhecer nomeadamente aos elementos deste grupo,todas as nossas actividades em conjunto.Em especial o nosso passeio anual que decorre no mês de Setembro.Visa sobretudo estreitar os laços de amizade já existentes.Mas também reforçar e consolidar através destes eventos que queremos que prossigam por muitos anos.Sabemos que não é facil.Os tempos são outros!O individualismo e alguma vaidade estão a sobrepor-se de alguma forma ao colectivo...este sim agente gerador de congregação irmanados pela mesma causa e que se quer...O companheirismo!...

sábado, 26 de setembro de 2009

15º Aniversário, em Montalegre


O tema das conversas entre alguns elementos do grupo uns dias antes do passeio, centrou-se sobre o estado do tempo que faria para esse dia visto, as previsões apontarem chuva. Felizmente que isso não aconteceu, pois o sol foi nosso aliado durante todo o dia. Assim logo pelas oito horas da manhã, a habitual concentração dos elementos do grupo que iam chegando a conta gotas, mas a tempo de assistirem ao lançamento de foguetes, com a particularidade de este ano cada um ter lançado o seu. Coube essa honra ao Sócio, Armando, Feliciano, Polibio, e Benjamim. Aqui abro um parêntese para referir e realçar a elevada técnica com que o Benjamim lançou o seu fazendo uso de um jogo de pernas, que deixou os presentes pasmados por desconhecerem este jeito para a foguetada. E tinha razões para manifestar uma indisfarçável vaidade, afinal foi reconhecidamente e unanimemente considerado o melhor fogueteiro. Quem viu…viu! Quem não viu…! Não sabe o que perdeu.
Depois de acomodados no autocarro de vinte e quatro lugares, logo o Armando invejoso e superiormente ultrapassado pelo Beja, na arte de artilheiro, coisa que se aprende na tropa, e não nos escuteiros, não perdoou e manifestando mau perder, gozou durante alguns km com o estilo inimitável do Beja, que de resposta pronta e à sargento, arrumou o careca para fora da parada.
Saímos do Porto
Camioneta a caminho
E foi com muito gosto que
Paramos em Vieira do Minho

Mal sabia o Presidente
Que para seu desgosto
Era na mesquita do Benfica
Que ia dar tudo pró torto

Acácio, António, e Polibio
Não foram ao Santuário
Gerou-se a confusão
Testemuhada pelo Macário

Presta homenagem aqui este rapaz
Logo se fizeram as pazes
Pois é tudo gente graúda
Tirando foto pró cartaz
No restaurante Sol & Chuva

Dedico estes versos

Ao amigo Carlos Taveira
Depois de operado aos tomates
Não foi em disparates
Comportou-se à maneira!




A viagem decorria num bom ambiente, até que em Vieira do Minho, o “Paulela”, se lembrou de que havia por ali um bom café ou restaurante onde se poderia tomar o pequeno-almoço. Afinal constatou-se que o dito café era uma Mesquita com laivos de Madrassa, e por breves momentos pensei que estava no Paquistão. Como professamos outra religião eu, o Macário, Acácio, António e Tavares não entramos na dita Madrassa! A capa do nosso Corão é azul, e não vermelha! Motivo forte para não sermos confundidos com elementos da Al-quaeda! Claro que outros elementos de outras tribos entraram «não sei se descalçaram os sapatos!?» sem se aperceberem dos riscos que corriam. Após uma curta paragem no Mulá Omar, para outros “Bigodes”, assim se chamava a Mesquita, retomamos o caminho rumo a Montalegre. Não tínhamos imaginado que a nossa atitude iria despoletar uma confusão devido há mal interpretação dada por alguns crentes mais ortodoxos. Neste conflito de cores foi importante a acção moderadora do presidente, que inspirado nos versículos satânicos, dedicou umas quadras aos beligerantes em causa. Não acredito que fosse por efeito de alguma bebida espiritual! Felizmente que esse mal entendido foi rapidamente sanado e esquecido, para bem da coesão pacifica que se quer no grupo.
As paisagens que ladeavam a estrada eram de fazer cortar a respiração para os mais atentos. As íngremes ravinas, a montanha em todo o seu esplendor, num cenário de cores que convidou a fotografar. Não resistimos a fazer uma breve paragem na barragem de Venda Nova. Aqui tiramos a foto do grupo em cima da ponte, tendo como plano de fundo as águas da barragem e toda a sua envolvência. Será a foto do genérico deste Blogue.
Por fim chegamos a Montalegre, onde deparamos com um restaurante que despertou a nossa curiosidade pelo facto de ter o mesmo nome do nosso grupo “Sol & Chuva”. Entramos para tomar um café, e conversamos com o proprietário sobre a coincidência do nome, e observamos a qualidade do mesmo, que nos deixou boa impressão, associada a um panorama fantástico em seu redor. Como disse o Presidente António Ferreira: talvez quando comemorarmos o vigésimo aniversário possa ser o local eleito para nos acolher!
Para fazermos horas para o almoço, andamos mais um pouco para fazer uma visita a uma estátua de uma junta de bois situada numa rotunda, onde tiramos muitas fotografias, algumas delas em pose muito humorísticas!
Estava na hora de irmos almoçar, chegados ao restaurante “O Diabo” estava um espaço destinado ao grupo, mas desta vês com mesas redondas que comportavam oito elementos. Foi a primeira vês que isto aconteceu, mas não retirou brilho nenhum ao almoço. Tivemos o cuidado de avisar o proprietário, para que ao jantar a mesa tivesse outra disposição para assim ficarmos mais juntos e melhor comunicarmos, o que efectivamente veio a acontecer.
O almoço começou com uma “Feijoada” que mereceu comentários favoráveis de todos. De imediato e para surpresa nossa, o termo é mesmo este, um “alguidar” de barro com cozido à portuguesa com todos, em que o mais difícil era descortinar as batatas, tal a quantidade de carne! Eu, e certamente todos, ficamos de olhos em bico ao ver tudo aquilo que era destinado a sete pessoas, mas dava para o dobro sem exagero da minha parte. Para nós era o suficiente, mas para castigo nosso veio o terceiro prato! Bacalhau tipo narcisa! Ó minha mãe! Disse eu: Querem nos matar de bulimia! Mas afinal o que é isto! Mais comida! Era o quarto prato, vitela assada: não acredito! Mas assim foi. Claro que demos cabo daquilo tudo, com menor ou maior dificuldade, nem a sobremesa escapou! Deve-se dizer que estava tudo espectacular, assim como o Sr. Vinho que fez mossa em alguns! O Sousa teve este desabafo para comigo: Andamos quinze anos há procura de comer bem! Sintomático! Concordei com ele plenamente.
O Acácio, só implicava com o Sousa qual “Ranger do Texas”, por causa do chapéu, que mesmo a almoçar não o tirou da cabeça, nem mesmo em momento algum do dia. Mas ficava-lhe bem!

Bem almoçados, e bebidos, demos uma volta pelas cercanias. Uns foram passear, outros foram jogar a malha para fazer melhor a digestão; os viciados da coca passaram a tarde a lerpar, alheios ao show que o presidente estava a dar, ao cantar ao desafio ao som de um acordeão, com elementos de um outro grupo que também almoçou no restaurante. Foi um momento alto do passeio, em que sentimos uma certa vaidade de o “Emilito” representar, e muito bem o nosso grupo, contra profissionais das desgarradas que não gostam nada de perder, para mais sendo ele um intruso! Mereceu por isso os aplausos dos presentes, e cumprimentos de felicitações dos adversários.
Depois de uma tarde bem passada e animada, jantamos, agora num ambiente mais íntimo, pois éramos só nós no restaurante. Foi-nos servido um “arroz de cabidela” que pareceu agradar a todos menos a quatro, pois preferiram sem sangue. Disseram as más-línguas que eram Jeovás!
Após o jantar o nosso presidente proferiu um discurso alusivo ao décimo quinto aniversário do grupo, salientando a nossa união ao longo de todo este tempo, e enalteceu o espírito de camaradagem de que o grupo Sol & Chuva tem dado provas de ano para ano, sendo por isso uma referência que importa realçar.
O Feliciano, a mais recente entrada no grupo, teve uma curta intervenção para dizer, o quanto se sentia bem no nosso seio, e agradeceu a todos a forma como o acolheram e acarinharam.
Convidado pelo presidente para dizer umas palavras, o Polibio fez uma sucinta retrospectiva dos quinze anos da existência do grupo, recordando algumas incidências havidas, e demonstrativas da generosidade e solidariedade que nos tem norteado, e que se deseja que prossigam por muitos anos em nome de um princípio cada vez mais ausente nos tempos de hoje…a amizade! Ainda que seja uma vez só por ano.
Logo após esta alocução, foram entregues a cada, um diploma de fidelidade e apreciação em reconhecimento das valiosas contribuições prestadas ao grupo, e à Padaria e Confeitaria Central de Francos, nosso patrocinador e ofertante há muitos anos do bolo de aniversário. Como lembrança do evento, foi entregue também um suporte em acrílico, que perpetua o aniversário.
Por fim uma homenagem simples, mas sentida ao presidente António Ferreira, que Polibio Rubim, expressando o sentimento de todos foi o porta-voz. Entre outras palavras ditas, acentuou: que era uma demonstração de amizade e reconhecimento de todos os elementos que constituem o grupo Sol & Chuva ao seu presidente, que ao longo destes treze anos, tem conduzido os destinos deste grupo, com competência, responsabilidade, serenidade, e equilíbrio. Visivelmente emocionado, António Ferreira, recebeu das mãos de Polibio, um relógio que simbolicamente tinha passado antes de mão em mão como prova de uma oferta colectiva, com a seguinte inscrição: «Com amizade do Grupo Sol e Chuva, ao António Ferreira, 19 – 09 – 2009» Foi um momento alto sublinhado com merecidos aplausos. Com a voz embargada pela emoção, disse: … obrigado. E a finalizar, fez questão de lembrar os companheiros de muitas viagens já desaparecidos, mas sempre presentes no nosso seio, e na nossa memória.
Eram 21.30 quando rumamos ao Porto. Um pouco mais cansados, mas nem por isso menos alegres. Claro que uns já vinham a dormir, outros a aproveitar o descanso, enquanto o speaker Zé Beto, com a sua voz de trovão coadjuvado pelo “Ranger do Texas” tudo fazia para não adormecermos relatando um jogo de basquetebol cujo resultado final perdemos a conta!
Já despertos, salvo raras excepções! Chegamos ao ponto de partida pelas 23.30, para assistir ao que seria o culminar do passeio…fogo de artifício! Lançado pelo nosso especialista em pirotecnia Henrique Rocha, mais conhecido por “Sócio” Foi um fogo memorável, e deslumbrante que cativou os olhares de todos enquanto durou.

(Nota) Tudo isto se passou no dia 19 – 19 – 2009, data em que comemoráramos o 15ª aniversário da fundação do grupo Sol & Chuva.

Neste dia ficamos a saber:

Que o Sousa só tira o Chapéu a uma pessoa: O barbeiro!

Que o Mário, e o Feliciano foram duas boas aquisições!

Que o Benjamim, será o futuro fogueteiro!

Que o resultado final do jogo, segundo o Zé Beto, foi de 58-4!

Que o presidente ama o grupo!

Que os que desistiram, podem ter poupado dinheiro, mas não têm histórias para contar!

Que o novo logótipo do grupo é muito bonito e moderno, graças ao Paulo Taveira!

Que o Pai Herói foi encontrado a beber leite!

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Uma entrada que se saúda


A minha Crónica
Dia 19/09/2009, foi um dia especial para mim. Eu digo especial porque fui pela primeira vez ao convívio dos veteranos do “Sol & Chuva”. O dia começou às 8h:00 com o lançamento dos foguetes, em que eu tive o privilégio de lançar um foguete. Seguidamente fomos para a camioneta com destino a Montalegre, pelo caminho houve convívio, alegria e respeito uns pelos outros. Na hora do almoço fiquei numa mesa onde estavam o Sr. Tavares, Acácio, Mário, Sr. António, e Feliciano claro. Conversamos, rimos e acima de tudo houve uma camaradagem que eu fiquei encantado. Nas outras mesas que eu pude ver e tirar fotografias o ambiente era igual ao nosso. Da parte da tarde, uns foram jogar à malha como eu, outros passaram o seu tempo a jogar cartas e a desfrutar da tarde da melhor maneira possível. À noite depois do jantar, na minha maneira de ver o ponto mais alto da confraternização foi o discurso do Emilito. Das muitas frases que ele disse, uma não me passou ao lado, que foi: “Os que estavam ali, eram uma grande família” Seguidamente falou o Polibio, onde destacou que todos que estavam na mesa contribuíram para o bom desempenho do grupo “Sol & Chuva”
Seguiu-se a entrega de um prémio especial, ao Presidente devido ao seu grande desempenho e também a todos os veteranos, foi oferecido um diploma e um suporte alusivo ao 15º aniversário.

Por volta das 21h:30m regressamos ao Porto

Nota: Uma palavra para o José Alberto Mesquita: Eu levei contigo toda a viagem a gritar pelo Braga. No fim da viagem o teu resultado era 56 – 1 a favor do Braga contra o Porto.

Resumindo: De tudo que eu vi, acho que todos são umas pessoas formidáveis. Um grande obrigado por me aceitarem neste grupo de amigos.


Feliciano Pereira

terça-feira, 1 de setembro de 2009

15º Enconto/Convívio Sol & Chuva

Cartaz do programa do Grupo Sol & Chuva (Clica para Ampliar)